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A culpa é destas liberdades (2007)

A culpa é destas liberdades (2007)

A culpa é destas liberdades (2007)

Sinopse

No prefácio, da autoria de Manuel Pavão, a obra é resumida da seguinte forma: «A culpa é destas liberdades é um surpreende livro de sátira política e de costumes, pontuado por um humor subtil e inteligente, que desde a primeira página agarra o leitor. Agarra-o, porque se de início o incrível discurso do personagem criado por João Cerqueira espanta, sobressalta e indigna, aos poucos, consoante o leitor se apercebe do logro para o qual foi atraído, a mais que provável hostilidade contra o texto dá lugar a um desejo intenso de seguir os raciocínios desvairados, delirantes e deliciosamente absurdos com que é brindado. Os destrambelhados argumentos em defesa da prostituição e do alcoolismo, da associação da droga ao actual regime e as dissertações pacóvias sobre a arte moderna são bons exemplos dessa capacidade rara de ironia demonstrada pelo autor

Excerto

“Ah, que saudade dos outros tempos, havia ordem e respeito, as pessoas temiam a Deus, cada um contentava-se com o pouco que tinha, estava tudo no seu devido lugar. Agora, desde que nos impuseram à força a ditadura da liberdade, é a desgraça que se vê. O país está de rastos, a corrupção aprimorada, a impunidade vulgarizada. Antes uma nação de navegantes colonizadores, hoje uma ilha de náufragos colonizados. No passado o fausto do ouro e dos diamantes, no presente a vergonha dos cheques sem cobertura.
E lá vamos cantando e rindo…

A culpa é destas liberdades (2007)

A culpa é destas liberdades (2007)

Sinopse

No prefácio, da autoria de Manuel Pavão, a obra é resumida da seguinte forma: «A culpa é destas liberdades é um surpreende livro de sátira política e de costumes, pontuado por um humor subtil e inteligente, que desde a primeira página agarra o leitor. Agarra-o, porque se de início o incrível discurso do personagem criado por João Cerqueira espanta, sobressalta e indigna, aos poucos, consoante o leitor se apercebe do logro para o qual foi atraído, a mais que provável hostilidade contra o texto dá lugar a um desejo intenso de seguir os raciocínios desvairados, delirantes e deliciosamente absurdos com que é brindado. Os destrambelhados argumentos em defesa da prostituição e do alcoolismo, da associação da droga ao actual regime e as dissertações pacóvias sobre a arte moderna são bons exemplos dessa capacidade rara de ironia demonstrada pelo autor

Excerto

“Ah, que saudade dos outros tempos, havia ordem e respeito, as pessoas temiam a Deus, cada um contentava-se com o pouco que tinha, estava tudo no seu devido lugar. Agora, desde que nos impuseram à força a ditadura da liberdade, é a desgraça que se vê. O país está de rastos, a corrupção aprimorada, a impunidade vulgarizada. Antes uma nação de navegantes colonizadores, hoje uma ilha de náufragos colonizados. No passado o fausto do ouro e dos diamantes, no presente a vergonha dos cheques sem cobertura.
E lá vamos cantando e rindo…