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A tragédia de Fidel Castro (2008)

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A tragédia de Fidel Castro (2008)

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Sinopse

O livro aborda três temas distintos_ a ditadura de Fidel Castro, a identidade portuguesa, o milagre de Fátima e a concomitante existência divina, _ entrelaçando-os numa trama aparentemente fantasista.
Pela primeira vez desde a Revolução, Fidel Castro enfrenta o descontentamento popular. Teme ser derrubado e, pior que isso, que a História o recorde como um tirano. Urge evitar tal tragédia. Desesperado, invade o país de Dom Afonso Henriques, na esperança de desviar o ódio do povo contra um inimigo comum. Mas no estranho país do monarca tudo é mais complicado do que parece. Pois se a invasão não oferece dificuldades, a transformação das mentalidades dos invadidos revela-se tarefa impossível.
Entretanto, do alto dos céus, Deus e Cristo observam o conflito e decidem intervir. Ainda que da última vez as coisas não tenham corrido lá muito bem, Cristo acaba por aceitar vir pela segunda vez à Terra semear a paz entre os homens. Conta a colaboração de uma preciosíssima aliada que acredita ser capaz de mover o sol: Fátima.

Críticas

“Novels like The Tragedy of Fidel Castro are the untamed mustangs of fiction that, unlike most other books, run wild and free, contemptuous of the confinement that the corral of ordinary classification would imprison them in.” –  The American Culture

“João Cerqueira’s novel is an energetic, bizarre, and extremely clever take on two heavily fictionalized leaders’.” – Bullet Reviews

The Tragedy of Fidel Castro is a phantasmagoric odyssey through a highly imaginative prose universe of discovery and inquest. It’s a magic realism hybrid of sacrificial lambs and Revolution, capitalistic decadence, and celestial consequence. I expect that this rich and unique narrative voice will illuminate a phosphorescent trajectory in the future annals of the New Millennial World Lit!” – Mark Spitzer – Toad Suck Review Editor, Professor of Writing at the University of Central Arkansas

”Fans of Rushdie and similar authors will find a lot to enjoy here.” – Melbourne Review of Books

The Tragedy of Fidel Castro is very much recommended reading for those who like religious and alternative history reads, not to be missed” – Midwest Book Review

”The Tragedy of Fidel Castro is a religious and political satire, without doubt, worthy of not only consumption but also contemplation” – Journal of Global Faultlines
 
”The Tragedy of Fidel Castro is both a superb read and surprisingly hilarious” – BookIdeas

”Una estupenda novela que comienza como una sátira y termina siendo una obra de profundas reflexiones sobre el bien y el mal.” – El Nuevo Herald

”The seesaw effect and wandering plot line is what keeps this from being a work of genius; as it is, it should become a cult favorite.” – IndieReader

A dizzying display of hyperbolic imagination.” – ForeworReviews

”Cerqueira shows potential to be a big name in the future.” – Contemporary Literary Review India

This book has amazing depth and connections that bear repeated scrutiny and investigation. The Tragedy of Fidel Castro is highly relevant to our society today, and I highly recommend it.” – Portland Book Review

Excerto

“Camaradas, terminou a opressão capitalista!» começou por dizer o comandante de dedo em riste ante uma plateia que em vão se esforçava por descortinar o significado das suas palavras; «a partir de hoje é o povo quem mais ordena, não mais haverá exploradores latifundiários nem especuladores financeiros, as empresas serão nacionalizadas e os paraísos fiscais encerrados».
À medida que o discurso avançava a confusão sedimentava-se entre os presentes, «se calhar não é para nós que ele está a falar», «isto faz-me lembrar um sermão do padre», «mais valia termos sido invadidos pelos chineses».
Porém, todas as dúvidas se desfizeram quando o orador avançou para temas concretos, assuntos do interesse e do entendimento do vulgo, «agora a terra é de todos!».
Esta inesperada declaração fulminou os presentes seguindo-se um murmúrio colectivo que se interpôs à voz do comandante obrigando-a a aumentar de intensidade para se fazer entender. Mas, consoante o muro de sons bichanados crescia isolando as palavras do orador, este perdeu a força nas cordas vocais e, tal uma chama encerrada numa redoma de vidro, extinguiu-se em silêncio. Seguiram-se momentos de grande confusão e autêntica barafunda que as ameaças e os empurrões dos soldados não conseguiram travar. O povo, passando à prática as teorias revolucionárias, passou então a ordenar «no meu porco ninguém mexe!», protestou um agricultor exaltado erguendo uma sachola imaginária. Tal frase incendiou a assistência que vomitando labaredas se insurgiu em altas temperaturas contra a proposta de reforma agrária e colectivização castrista.